
Ele já perdeu a conta que quantos já se converteram a Cristo desde passou a ministrar País afora junto às multidões. “São milhares e milhares, e acredito que já está passando da casa do milhão”, diz, ele, convicto. Com mais de 400 mil álbuns prensados e quase 200 mil DVD´s vendidos (referindo-se apenas a seu mais recente trabalho, Eu te amo tanto) e uma agenda apertadíssima dado os inúmeros convites que recebe para estar ministrando em igrejas, conferências, congressos, encontros, sem mencionar eventos não necessariamente cristãos promovidos por prefeituras e empresas em que se reserva um espaço aos evangélicos, Lázaro - ou Irmão Lázaro, como queira - tem sido mesmo um fenômeno no cenário gospel/cristão e até mesmo num meio em que, por muito tempo, estivera circulando e que conhece tão bem: o da música secular. Difícil dizer se tudo isso é em razão de outrora ter sido integrante de uma banda que sempre fora um estrondo de sucesso (que perdura ainda hoje) ou mesmo pela própria forma como se convertera – do anonimato a fama, e de novo no anonimato em razão do ostracismo e das drogas, de onde imergira agora converso e convicto. De repente, as duas coisas se somam e justifica o momento em que ele está vivendo hoje.