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Quando o Ordinário é Extraordinario

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Ordinário é tudo aquilo que é habitual, comum, usual, que se faz presente a todo momento. Trabalhar todos os dias é ordinário, pegar os filhos na escola, sentar-se para almoçar e jantar, ir à igreja, participar de reuniões, ensaiar... tudo isso é ordinário.

A vida cristã, em sua maior parte, é vivida no mundo do ordinário. Mesmo na igreja primitiva não era diariamente que uma Dorcas era ressuscitada, mas era todo dia que “perseveravam unânimes no templo”, era todo dia que “partiam o pão de casa em casa”.

É meia-verdade quando se diz que o nosso Deus é o Deus do sobrenatural. Tudo que acontece, por mais natural que seja, Ele é também responsável. Uma criança que nasce com um defeito congênito e é miraculosamente curada, glorificamos a Deus pelo milagre. E a criança que nasce perfeita? Devemos reconhecer a ação divina e nos alegrar igualmente tanto por uma como por outra.

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Papai!

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Inclina, ó Senhor, o ouvido e ouve; abre, Senhor, os olhos e vê… 2 Reis 19:16

Tiago, de 20 meses de idade, conduzia sua família confiantemente através dos corredores de sua grande igreja. Seu pai olhava o tempo todo para Tiago enquanto este dava seus passos vacilantes através da multidão de “gigantes”. De repente, o garotinho entrou em pânico porque não conseguia ver seu pai. Ele parou, olhou ao redor e começou a chorar: “Papai, Papai!”. Seu pai aproximou-se rapidamente dele e o pequeno Tiago lhe estendeu a mão, e papai segurou com firmeza. Imediatamente, Tiago tranquilizou-se.

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Tirando a venda dos olhos

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Conta-se que os índios Cherokees americanos têm um interessante rito de passagem. Ao final da tarde, o pai leva o filho adolescente para a floresta, venda-lhe os olhos e deixa-o sozinho. O filho se senta sozinho no topo de uma montanha toda a noite, não podendo remover a venda, até que os raios do sol brilhem no dia seguinte.

Ele não pode pedir socorro, nem deve esperar que alguém o ajude. Se ele conseguir passar a noite toda ali, sozinho, será considerado um homem. Há uma proibição expressa: ele não pode, em hipótese alguma, contar a experiência aos outros meninos da tribo. A razão é que cada um deve tornar-se homem do seu próprio modo, enfrentando bravamente o medo do desconhecido.

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