"E o Senhor te porá por cabeça, e não por cauda; e só estarás por cima, e não por baixo; SE OBEDECERDES aos mandamentos do Senhor teu Deus, que eu hoje te ordeno, para os guardar e cumprir".
Deuteronômio 28:13
Hoje em dia você só ouve crente falar que Deus quer ele como cabeça!!! É incrível. Tudo quanto é crente tem esse versículo de memória, mas só a primeira frase. A segunda parte, em que o Senhor adverte que é "se obedecerdes" aos mandamentos, aí ele engasga. Esse versículo se tornou chavão de cantores, candidatos, e outros que tentam "vender seu peixe" a todo custo no meio gospel. Mas o mais importante no versículo de Deuteronômio 28:13, é a parte em que o Senhor alerta que se formos obedientes a Ele, se andarmos conforme os seus mandamentos, se fizermos a sua vontade, aí sim, Ele terá prazer em que sejamos cabeça, e não calda. Ser cabeça não significa somente ser do ministério da igreja. Ser cabeça não está restrito aos que estão em destaque na sociedade. Ser cabeça não é ser um pastor ditador na igreja, parecendo um Hitler evangélico. Ser cabeça não é ser um marido que só sabe dar ordens a esposa, tratando-a como se fosse uma escrava. Ser cabeça é ser um vencedor com Cristo. É saber que você é um servo do Deus altíssimo, e o que você precisar você pode contar com Ele. É ter amor, porque Deus é amor. (1 João 4:8).






Ser crente numa época de incredulidade não é fácil. Ainda mais quando começam a surgir novos modelos de fiéis, influenciados em demasia pelo mundo, apegados a valores que não são cristãos, disfarçados em uma liturgia agitada que lembra mais uma catarse de religiões esotéricas do que o culto que a Bíblia recomenda. O arrependimento sincero deu espaço à emoção fácil, que não gera mudança. O louvor que liberta foi substituído pela 'ginástica aeróbica' que não deixa o Espírito agir, a não ser nas mãos de alguns 'iluminados', que se anunciam com o monopólio do acesso a Deus. E o dinheiro se concentra nas contas de alguns líderes pseudocristãos. É a manifestação do comércio na Igreja - II Pedro 2:2-4. Vivemos a era do sentimento. Ao contrário da fé, da razão, da Palavra e da verdadeira experiência.