Jesus era tão autêntico e real que o povo era naturalmente atraído a ele. Pessoas decadentes cercavam-no -- pessoas que você nunca imaginaria que quisessem estar na presença de Deus. Devido a quem era e como ministrava, as multidões tomavam os montes e lotavam as praias apenas para estarem perto de Jesus. Lucas nos diz que "todos os publicanos e pecadores estavam se reunindo para ouvi-lo" (Lucas 15.1). Nós também precisamos da mesma coisa que esses publicanos e pecadores precisavam.
Nós não precisamos de mais religião; precisamos é de mais Jesus!
A maior oposição que Jesus enfrentou não veio dos pecadores e publicanos, mas sim dos líderes religiosos que enxergavam-no como uma ameaça à sua autoridade.
Relacionamentos -- e não regras -- devem comandar nossa vida. Amor -- e não legalismo -- deve reinar. Muitos legalistas, assim como no tempo de Jesus, acham que não devem se aproximar de "gente má". Acreditam que devem ficar "longe desse tipo de gente", evitando contaminar-se com o mal deles. Mas a igreja deve olhar para além dos vitrais, portões e paredes e alcançar a comunidade, assim como Jesus o fez, irradiando a luz onde ela é tão necessária.
Mais Jesus, menos religião: um desafio para o cristão hoje.
Editora: Mundo Cristão
ISBN: 85-7325-259-6
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